Teoricamente, os equivalentes chineses da IA de uso geral, como o Copilot ou ChatGPT, poderão ser enquadrados nestas regras, se a pessoa interagir com eles como amigo ou amante e procurá-los em busca de apoio emocional. E é o que muitas pessoas fazem.
Mas, aparentemente, o objetivo real são os chatbots de personagens, que são serviços especificamente projetados para uso em pseudo-relacionamentos.
Existem centenas destes aplicativos. Eles permitem que as pessoas criem um namorado, namorada, amigo ou até um familiar de IA.
As regras não se aplicam a casos como robôs de atendimento ao consumidor ou IA para educação, desde que não forneçam "cuidado, companhia, apoio e outros serviços emocionais".
Já para as crianças, a regulamentação é mais clara. Menores de 14 anos precisam de consentimento dos pais para usar qualquer tipo de IA que fale como um ser humano, o que poderá incluir assistentes de IA como o aplicativo chinês DeepSeek, similar ao ChatGPT.
Todos os menores de 18 anos estão impedidos de ter acesso a parceiros, cônjuges e até parentes virtuais, bem como qualquer outro "relacionamento íntimo" virtual.
Na China, a polícia mantém trabalho próximo com as empresas responsáveis pelas redes sociais — Foto: AFP via Getty Images (BBC)
Para os adultos, embora parte do texto seja ambígua, a proibição não é rigorosa, mas a regulamentação é restritiva.
Os assistentes de IA precisam deixar claro para os usuários de todas as idades que não são humanos e enviar notificações a cada duas horas, relembrando às pessoas há quanto tempo elas estão online.
Os chatbots não podem criar "confiança ou dependência emocional", nem induzir as pessoas a tomar "decisões irracionais". Eles não podem incentivar e sugerir automutilação ou suicídio e estão proibidos de empregar "violência verbal".
Matéria completa e créditos no veículo de origem.
Ler notícia completa na fonte →