Dois são presos suspeitos de participação em homicídio em bar de Barretos, SP; dois são procurados Homem morre e filho fica ferido durante briga generalizada em bar de Barretos, SP
A polícia apontou duas qualificadoras, que são circunstâncias que tornam o crime mais grave e a pena maior. A primeira é o motivo fútil. A segunda é o uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas.
Segundo o delegado Rafael Faria Domingos, o motivo fútil foi apontado porque o crime teria começado por uma discussão “bastante boba”. A segunda qualificadora leva em conta, principalmente, que o grupo estava em maior número.
“A investigação demonstrou que todos eles contribuíram para o resultado morte”, afirmou Domingos.
O inquérito foi relatado, ou seja, concluído com o relatório final da polícia. Depois, foi enviado à Justiça. Agora, o Ministério Público vai analisar o caso e decidir se denuncia os investigados. Se a Justiça aceitar a denúncia, eles passam a ser réus.
Os cinco seguem presos. A prisão temporária, decretada em agosto, tinha prazo de 30 dias, prorrogável por mais 30. A preventiva não tem prazo fixo para terminar.
As primeiras prisões ocorreram em 12 de agosto. Ailton foi encontrado em casa durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão temporária. No mesmo dia, Joelcio foi localizado pela Polícia Militar em um condomínio de Barretos.
Rodrigo e Roni não foram encontrados naquele dia e passaram a ser procurados. De acordo com a polícia, as quatro prisões temporárias foram cumpridas ao longo de algumas semanas.
Segundo Luiz Antonio Santos Sebastião, advogado que representa as vítimas, pai e filho estavam no bar pela primeira vez. Eles tinham ido a convite de um amigo cantor que se apresentava no local. Ainda de acordo com o advogado, os dois não conheciam os suspeitos.
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