domingo, 11 de outubro de 2026 🔍 Buscar  ·  Anunciantes  ·  Login

Início › Economia › Notícia

Da oração à rede: tradição do pescado conecta rio, mar e tanques e movimenta a economia no ES

G1há 2d10 de out. de 2026👁 2 leituras

Imagem: G1

Porém, segundo o cacique, como ainda há dúvidas sobre a qualidade da água e as condições do lençol freático da região, a opção mais segura para eles é comprar peixes com o "homem branco", ou seja, fora da aldeia, pescados a quilômetros de distância dali.

A percepção do cacique Perú sobre a realidade dos indígenas de Aracruz evidencia a importância do pescado para a cultura e tradição de um povo. Ao mesmo tempo, a atividade representa sustento de famílias inteiras, gerando renda, e reforça seu impacto para a economia local.

Entre o rio, o mar e o tanque, o pescado movimenta uma cadeia inteira no Espírito Santo, entre pescadores, agricultores, pesquisadores, comerciantes, peixarias, restaurantes, indústrias de beneficiamento, cooperativas e consumidores.

MEIO AMBIENTE: Economia azul transforma conservação em oportunidades para pequenos negócios no ES AS AVES INVISÍVEIS DA 3ª PONTE: um berçário de concreto sob uma das maiores infraestruturas de transporte do Brasil CONHEÇA O CICLO: Por onde nadam as baleias-jubarte quando não estão no Brasil?

Quem tenta impedir que parte desse conhecimento adquirido com a pesca se perca é Rafael Viola, do Sindicato dos Pescadores do Estado do Espírito Santo (Sindipesca-ES).

Ao falar da atividade, ele não cita apenas barcos, espécies de peixes ou faturamento, e ele gosta de falar de pessoas.

"O pescador conhece a lua, o vento, o comportamento dos animais, os lugares onde eles aparecem e o momento certo de sair para o mar. É um saber construído ao longo de gerações. A pesca é uma cultura que está viva na mente do pescador. Por isso, quando ele morre, acaba”, disse Viola.

O problema, segundo Viola, é que o setor é formado por muitos pequenos atores espalhados pelo estado: pescadores, armadores, peixarias, distribuidores, fábricas de gelo, comerciantes e outros profissionais fazem parte de uma mesma cadeia, mas nem sempre conectados.

O sindicato tenta justamente aproximar essas pontas. A entidade reúne empresas, armadores, distribuidores, importadores, fábricas de gelo e lojas ligadas ao setor e procura construir pontes também com colônias, associações e federações de pescadores.

"A ideia é organizar uma cadeia que muitas vezes trabalha de forma fragmentada e fortalecer quem está na ponta", defendeu.

Fonte original

Matéria completa e créditos no veículo de origem.

Ler notícia completa na fonte →

Leia também

IA5 News

VEJA · há 13h

Olho no Japão — Quase R$ 900 bilhões mostram o tamanho da exposição estrangeira no Brasil

Não residentes detêm 9,91% da dívida interna; mercado do real gira US$ 90 bilhões por dia no balcão e derivativos de juros quintuplicaram desde 2022 ...

📄 matéria11 de out. de 2026
PIA5 News

Poder360 · há 41d

Mercado Livre movimentou R$ 73,1 bi na economia brasileira em 2025

Empresa afirma ter criado 61.100 postos de trabalho diretos e 352 mil indiretos no mercado nacional no ano passado. Leia no Poder360.

📄 matéria31 de ago. de 2026
IA5 News

Seu Dinheiro · há 3d

Mercado Livre vê ‘longo caminho’ para o e-commerce no Brasil e aposta em nova fronteira — mas há um obstáculo para o setor

Se depender do Mercado Livre, a disputa por galpões vai ficar ainda mais acirrada. Porém, a gigante do e-commerce já começou a evitar algumas regiões ...

📄 matéria08 de out. de 2026
IA5 News

Valor Econômico · há 3d

Mercado de capitais consolida papel estratégico no financiamento da economia real

Com estoque de R$ 8,9 trilhões e avanço na diversificação de instrumentos, setor fortalece a capacidade de investimento de longo prazo no país e amplia o acesso a recursos para projetos produtivos ...

📄 matéria09 de out. de 2026