“Sem o dinheiro da Parmalat e da Crefisa, lutei, chorei, vivi o jejum. Sofri muito no Palmeiras.” Toninho
Participou das Eliminatórias da Copa do Mundo , da Copa América e da campanha do Mundial da Itália em 1990 , consolidando seu prestígio no cenário nacional.
Em 1993, trocou São Januário pelo rival Flamengo , onde permaneceu até 1997. Na sequência, aceitou o desafio de atuar pela primeira vez no futebol paulista, chegando ao Corinthians .
Pouco depois, em 1998, ingressou na Parmalat, empresa que administrava o departamento de futebol do Palmeiras , coordenando o trabalho da parceria que marcou época no clube alviverde, que também lamentou a morte do dirigente em suas redes sociais.
Em 2000, Angioni retornou ao Rio de Janeiro para trabalhar no Fluminense , iniciando uma relação que se tornaria duradoura.
Anos depois, voltaria ao Corinthians , período em que participou da gestão durante a parceria entre o clube e a MSI e, depois, voltou ao Vasco .
Ao deixar o Vasco, participou da criação da empresa Brasport ao lado de antigos parceiros de trabalho e assumiu um projeto de reestruturação do Olaria , e o resultado veio rapidamente, quando, em 2009, o tradicional clube suburbano subiu à primeira divisão do Campeonato Carioca.
Em 2010, por indicação de Renato Gaúcho , o dirigente chegou ao Bahia, onde foi um dos principais responsáveis pela reconstrução administrativa do clube.
Ao longo de sua carreira, Paulo Angioni passou por Vasco da Gama, Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Bahia, Olaria, Fluminense e também pela Seleção Brasileira, acumulando títulos, participações em grandes campanhas e o respeito de dirigentes, atletas e treinadores.
Poucos dirigentes conseguiram atravessar tantas eras do futebol brasileiro com protagonismo.
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