A Polícia Civil indiciou nesta terça-feira (6) o vice-presidente da Câmara de Lavras, Evandro Oliveira Miranda, por crimes sexuais. Ele foi preso em 16 de setembro.
O inquérito da Deam de Lavras, iniciado em fevereiro de 2026, apurou atos com crianças e adolescentes de um grupo de capoeira. O caso foi ao Ministério Público.
Os policiais apreenderam 2 celulares e 1 notebook do investigado. O vereador segue detido no presídio de Lavras após passar por audiência de custódia.
A defesa informou que, a partir de agora, irá se manifestar somente nos autos do processo.
PC conclui investigação e indicia vice-presidente da Câmara de Lavras por crimes sexuais
A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (6) a conclusão da investigação e o indiciamento do vice-presidente da Câmara de Vereadores de Lavras (MG), Evandro Oliveira Miranda (PSD), de 39 anos, conhecido como Mestre Grilo, pela suspeita de uma série de crimes de natureza sexual contra múltiplas vítimas. O vereador foi preso no dia 16 de setembro e ainda permanece preso.
A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Lavras, a partir de uma requisição do Ministério Público, após notícias de supostos abusos sexuais. De acordo com o delegado Pedro de Queiroz Monteiro, o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que vai analisar o caso e decidir se oferece denúncia à Justiça ou se solicita novas diligências.
Segundo o delegado, o trabalho exigiu uma atuação técnica e criteriosa, principalmente pela natureza dos fatos e pela necessidade de preservar as identidades das vítimas. Durante as investigações, foram realizadas diversas diligências e reunidos depoimentos e outros elementos de informação.
O oficial informou que o material reunido resultou em um acervo considerado necessário para o indiciamento do investigado pela prática de diversos crimes de natureza sexual contra múltiplas vítimas.
"Apesar dessa conclusão, nada impede que novas vítimas venham até a delegacia, nos procurem para que possamos apurar novos fatos que não foram possíveis de serem apurados até o presente momento", afirmou o delegado Pedro de Queiroz Monteiro.
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