Juliana ingressou na Polícia Militar do Maranhão em 2017 e estava lotada no Núcleo de Atenção Psicossocial do 3º BPM. Ela deixa dois filhos.
'Mulher levou um tiro': testemunha registra momentos após disparo que matou policial em Imperatriz
A Polícia Civil abriu um inquérito na Delegacia de Homicídios para investigar a dinâmica e a motivação da morte. O delegado responsável pelo caso aguarda os primeiros resultados da perícia para avançar nas investigações.
Segundo as informações apuradas pela polícia, Juliana dirigia o próprio carro quando estacionou em uma avenida do bairro Jardim Tropical. Ela estava acompanhada de um empresário e, conforme relatos de testemunhas, os dois teriam iniciado uma discussão.
Testemunhas disseram ter ouvido um disparo e percebido uma movimentação do homem dentro do veículo. Pelos relatos, Juliana teria sido atingida na cabeça e, em seguida, colocada pelo atirador no banco do passageiro.
O empresário assumiu a direção do veículo e percorreu cerca de 200 metros. Na sequência, teria atirado contra si mesmo. O carro acabou colidindo na traseira de um caminhão.
A motivação para o crime ainda não foi esclarecida. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios, que aguarda os resultados dos exames periciais para esclarecer as circunstâncias da ocorrência.
Segundo a polícia, Juliana não costumava andar armada. A principal suspeita, até o momento, é de que o revólver utilizado na ocorrência pertencesse ao empresário.
A investigação deverá buscar esclarecer, entre outros pontos, a dinâmica dos disparos e o que teria provocado a discussão antes da morte da policial.
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