A investigação sobre a morte do estudante Franco Tavares Mendes completou 3 meses. A Polícia Civil aguarda o laudo pericial final para esclarecer as causas do óbito.
Na última quinta-feira (8), a Promotoria de Justiça Criminal de Piracicaba informou que não há procedimento investigatório pelo Ministério Público. A polícia segue colhendo depoimentos.
O jovem de 19 anos foi encontrado morto no dia 11 de julho, na república Poko Loko. A Guarda Municipal informou ausência de sinais de violência.
No local, a Polícia Civil apreendeu garrafas de bebidas alcoólicas e energéticos para análise. O corpo foi movido de posição após orientação médica por telefone.
O sepultamento de Franco ocorreu em 13 de julho, na capital paulista. O caso foi registrado como morte suspeita e segue sob investigação da DEIC de Piracicaba.
Três meses após a data da morte do estudante Franco Tavares Mendes, de 19 anos , em uma república estudantil de Piracicaba (SP), o laudo pericial final que atestará as causas do óbito ainda não foi concluído. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte do estudante.
Em reportagem publicada pelo g1 em 30 de agosto deste ano, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) afirmou que acompanhava as investigações .
Consultada, na última quinta-feira (8), a promotoria de Justiça Criminal de Piracicaba afirmou que, pelo Ministério Público, não há procedimento investigatório criminal (PIC) (PIC), que é instrumento de investigação de infrações penais presidido pelo próprio MP.
“Todo acompanhamento do Ministério Público tem sido realizado no próprio inquérito policial instaurado pela Polícia Civil", completou o MP ao g1 .
Ainda segundo a promotoria, no momento, a polícia segue colhendo depoimentos e aguardando resultado de perícias.
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