Teresina registrou 175 casos de sífilis em gestantes e 58 de sífilis congênita até 6 de outubro deste ano. Os dados foram divulgados pela FMS.
Os números indicam queda em relação a 2025. Segundo a FMS, a redução está relacionada a ações de monitoramento e ampliação do acesso ao diagnóstico.
Sem tratamento, a infecção pode provocar complicações como parto prematuro e lesões. Testes rápidos e tratamento gratuito estão disponíveis em Teresina pelo SUS.
Teresina registrou 233 casos de sífilis em gestantes e bebês até 6 de outubro deste ano, segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS). Do total, 175 diagnósticos ocorreram em grávidas e 58 foram de sífilis congênita, transmitida da mãe para o filho .
Os números são menores que os registrados em 2025, quando a capital contabilizou 308 casos de sífilis em gestantes e 87 em bebês.
🔍 A sífilis é uma infecção bacteriana transmitida principalmente por relações sexuais sem preservativo. A doença também pode ser passada da mãe para o bebê durante a gestação ou no momento do parto.
De acordo com a FMS, um dos desafios no combate à doença é o fato de ela poder não apresentar sintomas nos estágios iniciais.
Por isso, a recomendação é que pessoas sexualmente ativas realizem testes regularmente para identificar a infecção e iniciar o tratamento o quanto antes .
Em gestantes, a doença está associada a riscos como parto prematuro, natimortalidade e sífilis congênita.
Em fases mais avançadas, também pode causar lesões na pele, nos ossos, além de problemas cardiovasculares e neurológicos.
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