A Justiça de Niterói decidiu levar a júri popular 4 réus pela morte do policial civil Carlos José Queiroz Vianna. Um 5º acusado foi impronunciado.
O crime ocorreu em outubro de 2025, em Piratininga. José Gomes da Rocha Neto foi solto por falta de provas de sua participação no monitoramento da vítima.
Dois policiais militares que vão a júri foram expulsos da corporação em agosto. Ambos foram presos no carro usado na fuga com as armas do crime.
O réu Mayck Junior filmou a rotina da vítima antes do crime. Dênis da Silva foi identificado por impressões digitais deixadas no veículo utilizado.
Duas armas do crime foram usadas em assassinatos de 2023 e 2024. A polícia suspeita que as mortes envolvem a máfia de cigarros e o jogo do bicho.
A 3ª Vara Criminal de Niterói decidiu que 4 réus , incluindo 2 ex-policiais militares , serão levados a júri popular pela morte do policial Carlos José Queiroz Vianna . O 5º réu do caso, acusado de comandar o assassinato, foi impronunciado e saiu da prisão após receber o alvará de soltura.
A decisão é da juíza Juliana Grillo El Jaick. O policial civil foi assassinado em outubro de 2025 em Piratininga, na região oceânica de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. O júri popular ainda não foi marcado.
Serão levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado e adulteração de placa de veículo:
Fábio de Oliveira Ramos , então policial militar do 3º BPM (Méier), acusado de seguir os passos da vítima, dirigir o veículo usado na fuga e transportar armas e placas clonadas. Felipe Ramos Noronha , então policial militar do 15º BPM (Duque de Caxias), por também seguir a vítima e atuar diretamente no momento da execução. Mayck Júnior Pfister Pedro ; réu por seguir os passos da vítima, filmada por ele na porta de casa e na 29ª DP (Madureira). Dênis da Silva Costa : por ter atuado como “batedor” após o homicídio e por ajudar a destruir o Jeep Compass utilizado no crime.
O g1 procurou a defesa de Fábio de Oliveira Ramos, Mayck Junior e Felipe Ramos Noronha, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. A defesa de Dênis da Silva Costa não foi localizada.
Matéria completa e créditos no veículo de origem.
Ler notícia completa na fonte →