Polícia Civil ainda não concluiu o inquérito sobre o atropelamento que matou o auxiliar José Maria Ferreira de Lima, de 54 anos, em Rio Branco.
Em 17 de julho, José Maria foi atropelado a caminho do trabalho. A motorista, de 50 anos, alegou que pensou ter atingido um animal e não prestou socorro.
Uma testemunha afirmou que eles caminhavam na lateral da rua quando o veículo passou em alta velocidade. O condutor não reduziu a velocidade após o impacto.
Familiares da vítima cobram celeridade e responsabilização no caso. A polícia investiga o atropelamento como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
Mais de dois meses após a morte do auxiliar de serviços gerais José Maria Ferreira de Lima, de 54 anos, em Rio Branco , a Polícia Civil informou que ainda não concluiu a investigação referente ao caso. Ao g1 , familiares afirmaram que seguem no aguardo de respostas concretas. ( Confira detalhes mais abaixo )
A demora , segundo o delegado Cleylton Videira, é devido ao resultado da perícia que ainda não ficou pronto.
👉 Contexto: José Maria morreu no dia 17 de julho enquanto seguia para o trabalho pela Avenida Beija-Flor, que liga o bairro Calafate à Chácara Ipê. Segundo a polícia, ele trafegava de bicicleta pela rua, que não há ciclofaixa, quando foi atingido pelo carro de uma mulher, de 50 anos. A motorista se apresentou horas depois na delegacia e responde o processo em liberdade. O caso é investigado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, quando não há intenção de matar, mas a morte ocorre em razão de imprudência, negligência ou imperícia na condução do veículo.
Ao g1 , a autoridade policial resumiu que o relátório com a elaboração do caso ainda está sendo preparado.
"Estamos aguardando o resultado da perícia para concluir o inquérito policial. Essa perícia foi feita após localizar o veículo (20 de julho) e vou checar com perito [o andamento]", diz.
À época, o delegado informou que a motorista disse, em depoimento, que acreditava ter atingido um animal e, por isso, deixou o local sem prestar socorro. Ela foi interrogada e liberada após prestar depoimento. O g1 não conseguiu contato com a defesa dela.
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