Uma equipe multidisciplinar iniciou nesta terça-feira (6) os trabalhos de campo para investigar a erosão costeira que atinge Atafona e Açu. O estudo durará 18 meses.
O fenômeno ocorre há 7 décadas. Desde os anos 1950, o avanço do mar destruiu mais de 500 casas e um prédio.
Na próxima terça-feira (13), as equipes ouvirão pelo menos 211 moradores locais em módulos de atendimentos.
Posteriormente, os dados alimentarão modelos matemáticos que simularão o comportamento de ondas, correntes e sedimentos.
Erosão costeira e avanço do mar são investigados por equipe multidisciplinar em Atafona
Uma equipe multidisciplinar começou a investigar o avanço do mar em São João da Barra , no Norte Fluminense. O estudo tem investimento de R$ 5,6 milhões e será conduzido pela SEACaruso, subsidiária do Grupo Caruso, que foi contratada pela prefeitura após processo de licitação.
Há pelo menos sete décadas, os distritos de Atafona e Açu sofrem com a erosão costeira provocada pelo fenômeno, que já atingiu sete quarteirões. Segundo dados de monitoramento da Universidade Federal Fluminense (UFF), desde a década de 1950, o mar já levou mais de 500 casas e um prédio .
Os trabalhos de campo do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) , começaram nesta terça-feira (6), e é conduzido pela e a partir da próxima semana envolverá a escuta da comunidade, com a entrevista de, pelo menos, 211 moradores, em módulos de atendimento instalados em Atafona e Açu.
Estudos históricos analisados apontam perdas e danos em até sete quarteirões da costa até 2019. — Foto: Divulgação
A investigação da erosão costeira nos distritos tem previsão de duração de 18 meses e reúne profissionais de 29 áreas diferentes.
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