Professora Dorinha e Vicentinho Júnior disputam o 2º turno no Tocantins neste domingo (25). No 1º turno, Dorinha obteve 45,52% dos votos, contra 43,94% de Vicentinho.
O plano de governo de Dorinha prioriza a industrialização sustentável e a atração de investimentos privados. A candidata também foca na modernização do agronegócio.
Vicentinho Júnior propõe o avanço tecnológico no campo e a verticalização industrial. As medidas visam gerar empregos e alcançar a meta de pleno emprego.
O desenvolvimento econômico e o agronegócio estão entre os temas centrais abordados nos planos de governo de Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB) para o Tocantins. Os candidatos defendem o fortalecimento das cadeias produtivas, a agregação de valor às matérias-primas, mas apresentam diretrizes distintas para concessão de incentivos fiscais, diversificação industrial, infraestrutura logística e modelos de apoio ao campo.
Os dois vão disputar o 2º turno no dia 25 de outubro . Na votação do 1º turno Dorinha teve 45,52% votos válidos, contra 43,94% de Vicentinho. Em 2026, o Tocantins terá segundo turno para o governo pela terceira vez em sua história.
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O plano de governo da candidata Professora Dorinha, cadastrado na Justiça Eleitoral, direciona ações para a industrialização sustentável, atração de investimentos privados, expansão da malha logística multimodal e modernização do agronegócio e da agricultura familiar. Entre as principais medidas, estão:
No plano de governo, Vicentinho Júnior coloca o avanço tecnológico no campo e a verticalização industrial como pilares para gerar postos de trabalho e alcançar a meta de pleno emprego no estado. As principais propostas apresentadas pelo candidato incluem:
Fomentar a criação de condomínios de silos coletivos com financiamento via FNO para pequenos e médios produtores estocarem suas safras, reduzindo filas logísticas e ampliando margens de lucro. Viabilizar licenciamento e atração de indústrias processadoras de etanol de milho para fornecimento local de energia e produção de ração animal de alta proteína (DDG). Instituir marco legal estadual e suporte técnico com Unitins e UFT para a fabricação de bioinsumos dentro das propriedades rurais, barateando custos de adubação e controle biológico. Reformular a política de incentivos fiscais pós-Reforma Tributária, instituindo o Bônus Socioambiental para empreendimentos que realizarem o processamento industrial de matérias-primas no Tocantins. Criação do Polo Têxtil do Oeste (Cinturão do Algodão com foco em empregos femininos), indústria de curtumes para beneficiamento de couro, polo moveleiro de madeira plantada, fábrica de componentes solares e fomento a pet food e conservas. Criação de subsídio estadual para seguro rural contra perdas por estiagem com liquidação automática monitorada via satélite, além de incentivo a barramentos coletivos licenciados de água da chuva. Instalação do Parque
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