O trem de passageiros entre Brasília e Luziânia não surgiu agora. A ligação ferroviária entre o Distrito Federal e Goiás já vinha sendo estudada pelo governo federal e aparecia em documentos oficiais e projetos de concessão desde anos anteriores.
No dia 15 de setembro , o Ministério dos Transportes apresentou na B3 uma nova carteira para reativar ferrovias ociosas, desativadas ou em processo de devolução. Entre os sete trechos de menor extensão incluídos como shortlines está justamente Brasília/DF–Luziânia/GO .
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A inclusão não significa que o trem esteja pronto, que as obras tenham começado ou que exista uma data definida para o início das viagens. Significa que um projeto discutido há anos voltou a aparecer formalmente dentro de uma política federal estruturada para tentar devolver operação a partes da malha ferroviária brasileira.
A Mensagem ao Congresso Nacional de 2025 já relacionava Brasília–Luziânia entre os estudos federais de transporte ferroviário de passageiros, com extensão indicada de 62 quilômetros .
Em junho de 2025, a ANPTrilhos , reproduzindo reportagem de O Globo , informou que o trecho era considerado o projeto mais avançado entre as primeiras concessões ferroviárias de passageiros estudadas pelo governo. Naquele momento, os estudos estavam em fase final de ajustes e havia expectativa de consulta pública e leilão em 2026.
Em agosto do mesmo ano, a própria ANPTrilhos informou que a Infra S.A. estudava seis ligações ferroviárias de passageiros , entre elas Brasília–Luziânia, Salvador–Feira de Santana, São Luís–Itapecuru Mirim, Fortaleza–Sobral, Londrina–Maringá e Pelotas–Rio Grande.
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