O governador eleito Eduardo Braide anunciou nesta quinta-feira (8) mais 3 integrantes de sua equipe de transição. Os novos nomes somam-se a outros 3 já divulgados.
O grupo vai levantar dados sobre a administração estadual. Na segunda-feira (5) o governador eleito anunciou uma reforma para diminuir o número de secretarias.
Braide foi eleito no domingo (4) com 54,02% dos votos válidos. Ele deixou a prefeitura de São Luís em março para disputar o cargo.
Com os novos integrantes, a equipe passa a contar com seis nomes anunciados. Na quarta-feira (7), Braide havia divulgado os três primeiros: Caroline Marques Salgado, que será a coordenadora do grupo, e os economistas Simão Cirineu Dias e José de Jesus Azzolini.
O grupo será responsável por reunir informações sobre a situação administrativa do Maranhão e preparar o início da nova gestão estadual, em janeiro de 2027.
Silvana Santos: advogada e especialista em Direito Administrativo, Auditoria no Setor Público e Gestão da Saúde Pública. Possui experiência em contratações públicas nas esferas estadual e municipal. Manuela Oliveira Fernandes: administradora e especialista em Gestão de Pessoas. Possui certificação em Regime Próprio de Previdência e experiência em gestão pública municipal. David Col Debella: engenheiro civil, mestre em Gerenciamento de Obras e com experiência na execução de obras públicas nas esferas estadual e municipal.
Governador eleito do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), fala sobre os projetos para o governo
Um dia após ser eleito governador do Maranhão, Eduardo Braide (PSD) falou, em entrevista ao JMTV 1ª edição na segunda-feira (5) , sobre as mudanças que pretende implementar na gestão estadual a partir de 2027.
Entre as medidas anunciadas estão uma reforma administrativa para reduzir o número de secretarias, a redução do ICMS e a formação de um secretariado técnico, com participação de mulheres em áreas consideradas importantes.
Braide também afirmou que será “governador de todos os maranhenses”, independentemente de terem votado ou não nele, e disse que vai definir no momento adequado qual candidato apoiará no segundo turno da eleição presidencial.
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