O canto da espécie é uma sequência de assovios. Wellington descreve como “calmo, tranquilo, que pode até passar despercebido para algumas pessoas”.
A ave ocupa a categoria de vulnerável na categoria de avaliação quanto à proteção. Isso significa que ela enfrenta um risco alto de extinção na natureza.
O registro do choca-de-garganta-preta em Porto Velho foi feito durante o “Big Day”, evento mundial de observação de pássaros.
“A gente teve a ideia: vamos lá no local ver se a gente consegue observar, porque o Raul [outro biólogo] já tinha escutado a espécie no local mas a gente não conseguia fazer o registro fotográfico nem vídeo. Então a gente ficou: ‘poxa, será que não é coisa da cabeça?’. É uma coisa tão rara que a gente acaba até duvidando de si mesmo”, relembra Wellington.
No local, os biólogos colocaram uma caixa de som tocando o canto do pássaro, a fim de que ele respondesse para demarcar território. E não precisaram esperar muito.
“Logo ela começou a cantar, a gente ficou em silêncio, esperamos um pouquinho e logo a gente conseguiu observar ela pulando entre um bambu e outro e a gente conseguiu fotografar e filmar”.
De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.
Grávida, Sabrina Sato revela o que ouviu de Nicolas Prattes sobre desfilar no Carnaval 2027
Há 5 horas Eleições 2026 Ato na Paulista Lula pede que eleitores convençam quem não foi votar: 'Obrigação de conversar'
Há 4 horas Eleições 2026 em São Paulo Ventos de quase 40 km/h ☔🌬️⛈️ Temporal e ventania alagam ruas e inundam casas na região de Campinas
Matéria completa e créditos no veículo de origem.
Ler notícia completa na fonte →