Durante a operação, bombeiros e brigadistas utilizaram mais de 150 mil litros de água para conter o avanço do incêndio.
Mais de 40 horas após o início do incêndio, o g1 apurou que as equipes permanecem no local nesta quinta-feira , concentradas no rescaldo e no monitoramento da área para identificar e evitar novos focos. O trabalho conta com viaturas e um drone.
A fumaça provocada pelo incêndio no Distrito Industrial II continuou encobrindo parte de Manaus nesta quinta-feira e afetando a qualidade do ar na capital . Segundo dados em tempo real da plataforma internacional IQAir, a cidade chegou a liderar o ranking das cidades com o ar mais poluído do Brasil.
De acordo com o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a qualidade do ar era considerada "péssima" na manhã desta quinta-feira.
Entre os locais mais afetados estavam o bairro Morro da Liberdade, o Educandos e áreas próximas, onde foram registrados índices de até 211 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de partículas poluentes.
🔎 A qualidade do ar é considerada boa pelo Selva quando a concentração de partículas fica entre 0 e 25 µg/m³. Acima desse nível, os índices passam por classificações que variam de moderada a péssimo, conforme a escala utilizada pelo Sistema Selva.
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Na quarta-feira (7), o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) fiscalizou o terreno e aplicou uma multa de R$ 5,5 milhões ao Auto Posto Lima, empresa responsável pela área .
Durante a inspeção, os fiscais encontraram materiais inflamáveis e poluentes descartados de forma irregular, como pneus, plásticos e resíduos contaminados com óleo e tinta.
Segundo o instituto, a licença ambiental da área autorizava apenas o recebimento de resíduos inertes da construção civil. Os materiais encontrados não estavam previstos nas condições da licença.
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