Segundo o inquérito, Mayanna estava em um quarto ao lado no momento em que o menino era agredido. Para os investigadores, ela teria condições de ouvir o que acontecia e não teria tomado nenhuma atitude para impedir as agressões.
A polícia considera que a estrutura da residência — uma casa pequena, de madeira e sem portas, com lençóis cobrindo as aberturas —, além da intensidade e da duração das agressões, torna pouco crível que ela não tenha ouvido os gritos da criança.
A investigação também aponta que a mãe teve outras oportunidades, ao longo dos anos, para procurar ajuda.
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