O corpo de Gleice de Assis Ferreira, de 22 anos, foi encontrado na quarta-feira (7) em Maceió. Ela estava desaparecida desde 30 de setembro.
A vítima foi retirada de casa por 4 criminosos armados. O corpo, que tinha uma perfuração de tiro, foi reconhecido por tatuagem e roupas.
Investigações apontam ameaças de traficantes contra a vítima. O ex-companheiro dela foi preso em 2 de outubro, suspeito de envolvimento no crime.
O corpo de uma mulher foi encontrado na quarta-feira (7), em uma região de mata, no bairro Benedito Bentes, em Maceió . A vítima foi identificada como Gleice de Assis Ferreira, de 22 anos, que estava desaparecida desde 30 de setembro.
De acordo com a Polícia Militar (PM), Gleice foi retirada à força de casa por quatro criminosos armados, no Conjunto Caetés , também no Benedito Bentes. O ex-namorado de Gleice foi preso suspeito de ter participação no crime. O nome dele não foi informado.
A família de Gleice reconheceu o corpo, que estava em avançado estado de decomposição, por meio de uma tatuagem e das roupas que ela usava no dia em que desapareceu. O cadáver tinha uma perfuração de tiro na cabeça.
A Polícia Civil informou que, apesar de a família ter reconhecido Gleice, uma perícia será realizada pelo Instituto de Criminalística (IC).
“Provavelmente a vítima foi arrastada até aquela localidade. Verificamos que tinha um orifício de entrada de projétil de arma de fogo. Ou seja, ela foi executada, sumariamente, sem chance à defesa”, afirmou o delegado João Marcelo.
As investigações apontam que, antes de morrer, Gleice estava sofrendo ameaças e recebendo ordens de traficantes para deixar a região . A suspeita é de que as ameaças estejam ligadas ao assassinato do irmão dela, em 2025. O nome dele não foi informado.
“O irmão dela, que era traficante, chegou a ser expulso do Benedito Bentes no ano passado. Ele desobedeceu essa ordem e foi executado. Pela ligação dele com ela, embora as informações apontem que ela não tenha ligação com o tráfico, muito pelo contrário, os traficantes tinham raiva dela ”, contou João Marcelo.
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