A cabo da Polícia Militar Juliana dos Santos Menezes foi morta nesta quarta-feira (7) em Imperatriz. Um vídeo gravado por testemunha mostra a saída do veículo do local.
A testemunha Herbert filmou o momento em que o empresário mudou a vítima de banco antes de dirigir. Ele seguiu o carro de moto após a gravação.
O homem atirou contra si mesmo na rodovia e também morreu. Juliana era mãe de 2 filhos e integrava o 3º Batalhão da Polícia Militar.
Um vídeo gravado por uma testemunha mostra a movimentação dentro de um carro e o momento em que o veículo deixa o local após o disparo que matou a cabo da Polícia Militar Juliana dos Santos Menezes , na quarta-feira (7), em Imperatriz . A Polícia Civil investiga a motivação do crime.
O autor da gravação, identificado como Herbert, contou que começou a filmar depois de ouvir o tiro que atingiu a policial. Segundo ele, as imagens mostram o momento em que o homem que estava com Juliana muda a vítima do banco do motorista para o banco do passageiro, antes de assumir a direção do carro.
"Ali, aconteceu um tiro ali naquele carro, olha", diz uma das pessoas durante a gravação. Em seguida, outra voz afirma: "Mulher levou um tiro".
Segundo o comando do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), um empresário que estava no veículo com Juliana é apontado como autor do disparo. Após atirar contra a policial, ele teria assumido a direção do carro e seguido em direção à BR-010.
De acordo com a Polícia Militar, após percorrer cerca de 200 metros, o homem teria atirado contra si mesmo já na rodovia. Ele também morreu. Em seguida, o carro se envolveu em um acidente de trânsito com outro veículo.
Em outro vídeo, divulgado após a repercussão do caso, Hebert explicou que estava sentado nas proximidades do local quando ouviu o disparo. Ele afirmou que tudo aconteceu rapidamente e que não conseguiu intervir porque o homem estava armado.
"O sentimento de impotência, de saber que não dá pra fazer nada, é muito grande", disse.
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