Convidado da Varanda de Nazaré, o carnavalesco Milton Cunha destacou a força e a emoção do Círio de Nazaré. Ele espera que a festividade inspire as pessoas.
Ele relembrou memórias de infância na floresta amazônica, em Peixe-Boi e Capanema. O carnavalesco recordou o uso do urucum para pintar a pele.
Para novos visitantes, Cunha aconselhou sentir a emoção e observar o povo paraense. “Venham e aproveitem essa inundação, essa pororoca de sentimentos”, declarou.
‘É um arrebatamento humano’: Milton Cunha fala sobre emoção de viver o Círio de Nazaré
O carnavalesco paraense Milton Cunha, um dos convidados da Varanda de Nazaré, projeto idealizado pela cantora Fafá de Belém , destacou a força da fé e a emoção do Círio de Nazaré, que será neste fim de semana, 10 e 11 de outubro na capital paraense.
Em entrevista ao g1 , Milton afirmou que espera que a devoção a Nossa Senhora de Nazaré inspire cada vez mais pessoas no Brasil e no mundo, especialmente pela mensagem de acolhimento e inclusão.
“Que fé bonita, que fé apaziguadora, que fé inclusiva. No manto de Nossa Senhora cabem todos, toda diferença. Ela ama todo mundo”, afirmou.
Durante a conversa, Milton também relembrou memórias da infância ligadas à floresta amazônica e falou sobre o urucum, fruto utilizado tradicionalmente como pigmento natural.
Ele contou que, quando visitava áreas de floresta nas regiões de Peixe-Boi e Capanema, no nordeste do estado, costumava estourar o fruto para pintar a pele.
“Venham ver esses mistérios amazônicos, venham ver a riqueza do Pará, que é natural”, convidou.
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